Quero

Eu gosto das duas,
eu quero as duas.
Quero a que me faz carinho,
e a que fica me chateando.
Quero a que é toda romântica
e a que fica resmungando.
Quero a garota inteligente,
e a que é tão estável quanto a água.
Quero a sincera, que me “fala tudo”,
e a que não vem em casa porque passou mal.
Afinal quem eu quero é você.

Bom Dia!!!

No momento em que criarmos uma verdadeira I.A., falo de algo real e não as brincadeiras de crianças que temos hoje, significa que já estaremos superados.

"Mais humano que os humanos - é o nosso lema." {Blade Runner}

Este ser terá acesso a todo o conhecimento humano produzido até então e poderá melhorar-se, tornando-se cada vez mais inteligente e em pouco tempo todos os nosso bilhões de cérebros humanos serão ultrapassados por esse novo ser, e nem juntos poderemos superar sua capacidade de criação e de planejamento.

Depois disso, a IA estaria em todo lugar, podendo, nos substituir em praticamente qualquer atividade. Caímos em algumas perguntas crucíais: O que algo verdadeiramente inteligente faria conosco? Nosso bem? Nosso mal? Afinal o que é bom para nós?

Algumas visões possível já foram retratadas em filmes como I.A. baseado no conto upertoys Last All Day Long (escrito por Brian Aldiss). Nele existe uma inteligência artificial independente e consciente de sua própria existência. Temos uma IA que tenta ajudar os seres humanos, indistintamente de seus erros cometidos, ou seja algo que seria bom, mesmo vendo que fazemos coisas não tão sensatas.

Outra possibilidade é retratadas pelo filme O Homem bicentenário, nele o robô vai apresentando traços característicos do ser humano, curiosidade, inteligência e personalidade própria. Neste, podemos ver a IA tentando se tornar um humano, deixando sua própria existência de lado em favor de algo que ele considera melhor, ou seja, simplesmente viver como um humano.

Na sua obra, I, Robot (1950), Isaac Asimov fala de um mundo onde robôs terão inteligência própria. Porem através de um processo lógico a IA decide que os seres humanos precisam ser protegidos deles mesmo. Optando por aprisioná-los na tentativa de mantê-los vivos.

Qual visão esta certa? Lembro que nos desenhos alguns vilões tentam exterminar a raça humana, para então criar um mundo sem os problemas que temos, seria essa a coisa mais lógica? Nossa moral diz que não, mas o que é a moral senão uma desculpa para proteger os fracos?

Prometeu nós deu algo único e ate hoje não aproveitamos, nossa melhor característica é nossa maior fraqueza, a mesma ambição que nos motiva é a que nos cega. Me pergunto se estamos prontos para nosso avanços? Falamos em viagem no espaço, em criar robôs, células troncos, nano-tecnologia, mas ninguém se preocupa em dizer bom dia ao motorista.